Relatório Final: Mamãe Plus

Equipe: Angelina Maria, Estela Nunes, Rayane Cruz

O Mamãe Plus é uma proposta de aplicativo móvel voltado para o bem-estar e saúde na gravidez. Através do serviço, as mamães poderiam acessar artigos confiáveis relacionados à prática de exercícios físicos e à alimentação saudável, assim como encontrar profissionais de educação física, fisioterapia e nutrição habilitados para o atendimento à gestantes.

O relatório final de validação encontra-se no seguinte link: Relatório de Validação_v1.1.

Segue o vídeo de apresentação da solução:

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Modelo de Negócios – Archimedes

Alunos: Álvaro Conolly e Leonardo Coutinho

Logo Vermelha

O Archimedes é uma startup pernambucana com foco em educação e vêm atuando no mercado desde 2011. No início, o produto da empresa era um ambiente de EAD, capaz de fornecer questões e lições aos alunos. O produto era vendido através de pacotes de serviços online, “Questões para ENEM”, “Questões para PMI”, “Questões para concursos públicos”, etc.

Depois de 1 ano nesse ramo, decidimos que não era viável para a empresa continuar nesta linha de atuação, pois vários concorrentes estavam bem a frente do nosso produto. Começamos a pensar em outra linha de atuação, orientada aos professores, que também fazem parte da Educação, mas com escassez de soluções que facilitassem sua vida.

Começamos com um MVP de correção de provas automatizadas, por meio de um OCR que permitia a leitura de cartões resposta através de qualquer scanner, deixando de lado a necessidade de máquinas gigantes de leitura ótica. Em paralelo à esse produto, começamos a trabalhar em relatórios detalhados a respeito dos resultados de provas, foi a partir deste momento que identificamos o grande problema: universidades não têm controle nenhum sobre suas avaliações e resultados.

Através do OCR (sistema de correção de provas), começamos a ter várias notas de provas e as estatísticas para estudo. Através dos relatórios gerados, as coordenadorias de cursos e instituições conseguiam prever seus resultados no ENADE.

Um ponto que foi notado no terceiro ano de operação, foi a falta de critério na elaboração de provas. Conseguiamos gerar as estatísticas necessárias para auxiliar nas tomadas de decisão das universidades, mas o que embasava essas estatísticas (as provas e avaliações) deixavam muito a desejar. Então, investimos na padronização de avaliações criteriosas, baseado nos requisitos do MEC, e automatizamos através de um sistema de criação de provas. Além disso, adicionamos ao nosso serviço, treinamentos sobre esses critérios de criação de questões, capacitando os professores para que eles conseguissem criar questões de alto nível e aumentando a qualidade das avaliações.

Hoje, temos três macro-processos automatizados. São eles: criação, aplicação/correção e análise de resultados, contamos com 5 instituições privadas de nível superior e 3 instituições públicas.

Permeando nossos produtos, também tivemos dificuldades no modelo de negócios.
Atualmente, cobramos por mensalidade às instituições de ensino. Pensando na escalabilidade do negócios, estamos adotando uma modularização dos nossos produtos e iremos disponibilizar na internet para que qualquer professor compre a licensa dos sistemas e possam utilizar na sua rotina, atrelado à uma campanha de marketing digital. Mudamos nossa métrica de resultados, ao invés de contabilizar o número de instituições com o serviço, passamos a mensurar através dos professores que estão utilizando a plataforma, que é o nosso real cliente.

Relatório de disciplina: Archimedes

A missão do Archimedes é: criar, aplicar e corrigir provas e simulados. Foi durante a disciplina de Empreendedorismo em Informática, no semestre 2015.2 do curso de Sistemas de Informação, CIn-UFPE, que coincidiu com o programa de aceleração da JUMP Brasil (aceleradora do Porto Digital) que alcançamos grandes marcos nesse final de 2015 e inicio de 2016, começando o ano com excelentes perspectivas.

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Abaixo segue o relatório final, o canvas e o vídeo utilizado na apresentação da disciplina.

 

Validação da ferramenta PP

Elaborado por Carlos Henrique (chvs@cin.ufpe.br), Filipe Epifanio (feo@cin.ufpe.br), Ruan Pablo (rpga@cin.ufpe.br)

Introdução

Somos da Push Startup, composta pelos membros: Filipe Epifanio, Carlos Henrique e Ruan Alves. E nosso produto é o PP, uma ferramenta para contribuir na melhoria do processo de ensino e aprendizagem. 

Este trabalho está organizado da seguinte forma, primeiro é feito um contexto do cenário atual e futuro da educação, depois uma breve explicação sobre a metodologia utilizada para a validação do nosso negócio, chamada de Lean startup; tal como nosso time realizou as tarefas de construir, medir e aprender. Por fim é apresentada a conclusão sob a perspectiva individual de cada membro.

Contexto

As salas de aula estão repletas de alunos com diferentes necessidades de aprendizado devido a diversos fatores, como por exemplo, cultura, capacidade de manter o foco, conhecimento em línguas variadas, entre outros. Um dos grandes desafios para os profissionais de ensino atualmente é levar conhecimento para todos os discentes que compõem uma turma, respeitado os limites das suas diferenças.

Algumas metodologias oferecem práticas que provocam mudanças na forma tradicional de ensino, na qual o professor aborda novos assuntos na sala e os alunos realizam tarefas de casa sobre ele, colocando o aluno no centro do conhecimento – ele será responsável por buscar o conhecimento e trazer para a sala de aula, enquanto o professor terá o papel de tutor, um orientador guia.

Nosso time elaborou uma apresentação sobre cenários futuros para a educação, utilizando o framework “The Second Curve” proposto por Ian Morrison. Como base para tais construções, exemplos de práticas que seguem os princípios citados no parágrafo anterior são abordados. A presentação pode ser conferida clicando aqui.

Metodologia

Com base na pesquisa realizada, nosso time vem trabalhando com sinais de mudanças como Adaptative Learning, Flipped Classroom e Cooperative Learning (mais sobre esses temas pode ser conferido na apresentação citada acima) no objetivo de construir uma ferramenta que estimule o perfil cooperativo nos alunos, possibilitando que eles aprendam “fazendo”, enquanto os professores atuarão como tutores desse processo.

Como guia neste desenvolvimento, foi utilizado o conceito de “Lean Startup”, proposto por Eric Ries com o objetivo de aproximar o cliente no processo de desenvolvimento do produto. Um dos principais princípios do Lean consiste em Construir – medir – aprender, o qual parte assume que a atividade principal de uma Startup consiste em: transformar ideias em produtos, medir a reação dos clientes e então aprender se é preciso pivotar ou perseverar.A imagem a seguir demonstra esse ciclo. 

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Construindo, Medindo e Aprendendo

Nesta seção será apresentado como nosso time percorreu todas as etapas de um ciclo Lean.

Construir

construir

Levando em consideração todo o conceito apresentado anteriormente, a Push Startup idealizou então a construção de uma ferramenta web o PP, que tem por objetivo de fornecer uma nova maneira de os professores passarem atividades, pesquisas e projetos para seus alunos, além de fornecer aos alunos uma base de dados composta por trabalhos e pesquisas realizadas por outros alunos, que por sua vez, servirão como mais uma referência para suas atividades.

Para entender mais sobre a nossa proposta segue o link do vídeo de apresentação: Vídeo.

Nossa ferramenta foi planejada para possuir dois tipos de perfis, Professor e aluno. No perfil de professor há possibilidade de criar tarefas, pesquisar tarefas, cadastrar escolas, criar grupos, que no caso seria criar uma nova turma e a atividade de publicação, onde ele  poderá disponibilizar as atividade realizadas para que outros alunos possam ter acesso.

No perfil de Aluno, o usuário poderá pesquisar atividades realizadas por ele e por outros alunos, postar uma resposta a uma atividade proposta, que seria no caso realizar a atividade proposta pelo professor.

Através da ferramenta, o professor propõe para seus alunos determinada atividade que foi previamente discutida em sala de aula, fornecendo especificações, arquivos de apoio, além de outras informações que auxiliarão os alunos em desempenhar sua atividade.

O aluno por sua vez, ao visitar o ambiente da ferramenta, receberá as informações passadas pelo professor, realizará sua atividade e no final envia ao professor a atividade realizada via ferramenta. A ferramenta fornece ainda para o aluno uma base de dados composta por vários trabalhos e pesquisas realizados por alunos de turmas anteriores, tais trabalhos poderão servir como fonte de pesquisa para os alunos e não devem servir como modelo de cópia, isto por sua vez deve ser discutido em classe entre  alunos e professores.

Após receber as atividades realizadas pelos alunos, o professor realiza seus procedimentos de correção e após disponibilizar a nota para o aluno, poderá selecionar os trabalhos no qual ele verifica que poderá servir como material de apoio para futuros alunos, e então publica tais atividades em uma área especifica de pesquisa de nossa aplicação. Entenda um pouco mais sobre nossa ferramenta assistindo o vídeo de prototipagem a seguir:

Vídeo protótipo: Vídeo

Medir

medir

Os vídeos elaborados foram apresentados aos clientes, tanto professores, como os alunos, assim como também foi pedido para que eles respondessem a uma pesquisa de validação. Visto que as necessidades de professores e alunos são diferentes, duas pesquisas distintas foram realizadas a fim de captar possíveis correções que serão necessárias na nossa ferramenta.

Foram 11 o total de professores entrevistados, algumas perguntas chaves aos quais eles foram submetidos, bem como comentários sobre as respostas, são apresentadas a seguir:

* Qual a sua área de atuação de ensino?

Dos 11 professores participantes, 4 lecionam em ensino superior e 5 em atuam em aulas do primeiro grau. Também participaram da pesquisa, professores de ensino médio e de cursos técnicos.

* Como você prefere realizar a correção de trabalhos escolares?

70% dos entrevistados responderam que proferem fazer a correção por meio de trabalhos enviados por mídias digitais (como textos em pdfs, slides etc), mas uma parcela considerável (40%), ainda exigem trabalhos escritos à mão como forma de avaliação.

* Qual a sua opinião em relação ao ensino por meio de atividades práticas?

A aceitação foi positiva por todos os entrevistados, porém alguns ressaltaram a importância dos conhecimentos teóricos. Seguem algumas respostas selecionadas transcritas em sic:

“Eu acho muito bom, pois e a oportunidade que os alunos tem de aprofundar, tirar dúvidas e assimilar melhor os assuntos que são propostos em sala de aula, também acho um meio eficaz de estimular o alunado a assumir uma “postura de aluno pesquisador, que busca mais conhecimento” e que procura aplicá-lo em seu cotidiano.”

“Atividades práticas são indispensáveis para o ensino/aprendizagem de qualquer educando, quando obviamente sustentadas por base teórica.”

* Qual a sua opinião sobre manter um registro dos melhores trabalhos para estimular novos alunos a realizarem algo de maior qualidade?

Para essa pergunta não houve a mesma unanimidade, alguns professores acreditam que tal procedimento pode prejudicar mais os alunos por risco de desmerecer outros alunos que não conseguem atingir um bom nível de qualidade. Um professor cita que o docente deve ser o responsável por estimular os alunos. Segue uma resposta transcrita em sic:

“Relevante. Pois, também se aprende com o outro, essa ideia pode tanto contrubuir para estimular novos alunos como também reconhecer a competência daquele que desenvolveu um trabalho de maior qualidade, contudo deve ser feito de maneira cautelosa para que os demais estudantes não se sintam constrangidos por não ter atingido determinado nível (levando em consideração que cada aluno tem um ritmo de desenvolvimento).”

Em relação aos alunos

Em relação aos alunos

Foram 17 o total de alunos entrevistados, algumas perguntas chaves aos quais eles foram submetidos, bem como comentários sobre as respostas, são apresentadas a seguir:

* Qual a sua idade?

9 Responderam que tem idade entre 22 e 25 anos, 5 possuem idade entre 19 e 21 anos, 2 que tem idade maior que 25 anos e 1 com idade entre 15 a 18 anos.

*Você  estuda atualmente ?

76,5% dos entrevistados reponderam que ‘sim’ ainda estudam, enquanto restante respondeu que ‘não’.

*Qual a sua escolaridade?

Cerca de 47.1% assinalaram a opção ‘superior incompleto’, 35.3% ‘segundo grau completo’, 11.8% ‘superior completo’ e 5.9% ‘segundo grau incompleto’.

*Utiliza a internet com frequência?

Nessa questão a resposta foi unânime, todos os alunos entrevistados utilizam a internet frequentemente.

*Qual o seu nível de interesse em aprender realizando atividades práticas?

A grande maioria (70.6%) respondeu que tem um grande interesse em aprender  realizando atividades práticas.

* Qual o seu nível de interesse em divulgar seus trabalhos para inspirar outros aluno?

A surpresa foi que mais da metade (52.9%) possuem esse interesse e 41.2% possuem um interesse ‘médio’ para divulgar a atividade feita, restando apenas 5.9% que não possuem nenhum interesse.  

*O que uma ferramenta web precisaria ter para lhe estimular na realização de trabalhos escolares?

Apesar das diversas opiniões a mais solicitada foi a variedade do conteúdo e a confiança do mesmo.

“Um banco de dados que disponha de trabalhos com tema semelhante para servir de base de comparação. Permitir a conectividade direta com os responsáveis por esses trabalhos e demais funcionalidades que tornem pratico o acesso a informação”

Aprender

aprender

As informações que nos coletamos durante a pesquisa, serviu para identificar as certezas e incertezas da nossa ferramenta durante essa fase de concepção.

A idade e as áreas de atuação do professor foram campos utilizados na pesquisa para a identificação do nosso ‘early adopters’, ou seja, aqueles no qual mais se interessam pela ferramenta, os entusiastas nessa área. A área com maior número de professores na pesquisa foi o primeiro grau, a mesma será o foco da construção de nossa ferramenta.   

Foi descoberto nas respostas dos professores um receio na adoção dos melhores trabalhos, pois isso pode vim a desmotivar o aluno não selecionado para a exposição das atividades na ferramenta.

Tendo em vista esse achado, declaramos que a seleção dos trabalhos é opcional e feita pelo próprio educador. Fica a critério do professor utilizador da ferramenta, selecionar os trabalhos para que fiquem como exemplos. O educador selecionará as atividades com base em seus próprios critério, acreditamos na gestão dos professores na adoção dessa funcionalidade da ferramenta.

A pesquisa feita com os alunos foi para identificar melhorias ou ajustes no caminho da construção da ferramenta, que eles iram utilizar para facilitar e gerar maior interatividade com o professor. A diversidade de conteúdos e a interatividade será o foco na parte de pesquisa, visto que essa é uma funcionalidade muito requerida.

Conclusão sob a perspectiva de cada membro

Carlos Henrique

Durante a concepção da ideia vimos que a metodologia de aprendizado da disciplina era diferente, foi exigido o estudo de mercado, do cliente e da forma abordada na construção do produto/serviço. Uma forma de aprendizado voltado a prática, por meio de interações aula a aula.

Práticas já abordadas em outros produtos e apresentadas em palestras viraram teorias junto com teorias já consolidadas em livros como o The Second Curve. O uso de todo esse aprendizado para a construção de algo novo.

No final de tudo, tivemos que testar e validar com aqueles que realmente irão utilizar de nossa ferramenta. A constante validação, seja na aula ou por stakeholder, provocaram uma série de mudanças no projeto, porém a melhoria foi continua para a obtenção do resultado.

Filipe Edifanio

Através desta atividade, vivenciamos uma nova experiência de observar as possibilidades que surgem no mercado com o avanço tecnológico e com as novas  tendências que surgem a cada instante.  

Os conceitos estudados sobre Lean Startup e The second curve, foram fundamentais para idealizarmos bem a nossa idéia e chegarmos a um consenso comum em nossa equipe, assim como entender todo o ciclo de desenvolvimento do produto de forma clara e organizada.

Sobre a nossa aplicação, conforme fomos formulando a nossa pesquisa, algumas alterações foram necessárias para o fechamento de uma proposta ideal. A pesquisa em campo, juntamente com professores e alunos foram fundamentais para verificar o que será essencial em nossa aplicação e também corrigir aquilo que não será atrativo para os nossos futuros clientes.

O desejo pleno de toda equipe é continuar com a formulação do projeto mesmo sabendo das dificuldades que enfrentaremos.

Ruan Pablo

A escolha de realizar um trabalho que visa colaborar com a área de educação empolgou todos do time, a investigação sobre os sinais de mudanças só aumentou tal interesse. Como todos os membros são alunos, conhecemos bem as dificuldades vistas e vivenciamos a experiência de métodos de ensino adaptativos, por isso foi decidido desenvolver uma ferramenta para facilitar o uso de tais práticas.

O objetivo do nosso time é que todos os membros participem das decisões e dos processos de investigação e elaboração de experimentos, portanto estive presente em todo o processo de validação do negócio, com um enfoque na proposição de ideias e na medição com os usuários.

Por fim, gostaria de destacar que o uso das práticas do Lean Startup ampliou nossa capacidade de trabalhar na resolução de problemas do mundo real com foco nas necessidades dos clientes, possibilitando que a validação do nosso primeiro protótipo ocorresse de forma bastante objetiva.

Relatório Final: Back Here

Relatório Final: Back Here

A ideia da ferramenta “Back Here” foi idealizada durante a disciplina de Empreendedorismo em Informática, no semestre 2015.2 do curso de Sistemas de Informação, CIn-UFPE.

A ferramenta ainda não foi desenvolvida, mas pretendemos dar continuidade após o término da disciplina.

Abaixo segue o relatório final, o modelo Lean Canvas e os vídeos de apresentação da ideia:

  • Vídeo de apresentação do problema que queremos resolver:
  • Vídeo de apresentação do que pretendemos oferecer na ferramenta Back Here

 

Autores: Helton Santos [hdas@cin.ufpe.br] e Jorge Rodrigues [jrgvf@cin.ufpe.br]